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Fiep promove debate sobre a reforma política

Federação das Indústrias do Paraná promove debate sobre reforma política com os deputados federais Gustavo Fruet, Osmar Serraglio e o presidente da CCJ da Câmara Federal, Antônio Carlos Biscaia

O Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) promove na próxima segunda-feira (07) um debate sobre Reforma Política, com os deputados federais Gustavo Fruet (PSDB), Osmar Serraglio (PMDB), e o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, Antônio Carlos Biscaia (PT-RJ). O encontro será no Centro de Eventos do Sistema Fiep (Cietep), às 17h30, e a entrada é gratuita.

Em função da recente crise política, a Federação defende a convocação de uma constituinte exclusiva para debater a proposta de transformação da base do sistema eleitoral, que inclui o voto distrital e as regras para o financiamento de campanhas. “Líderes empresariais de todo o país têm manifestado preocupação com a realidade nacional. Acham que a administração da crise política impede o governo de governar”, analisa o presidente do sistema Fiep, Rodrigo da Rocha Loures.

Para Rocha Loures, o Congresso Nacional não consegue votar reformas urgentes porque o foco do parlamento está voltado para as Comissões Parlamentares de Inquérito. Além disto, ele entende que há um distanciamento entre a ação da representação democrática no Congresso e o povo.

Rocha Loures entende que a saída é uma Constituinte Exclusiva para reformar a Carta de 1988. “São eleitos deputados comprometidos em redigir um texto econômico em seus artigos e claro em suas regras. Cumprida a missão, voltam para suas casas e seus afazeres originais”, diz.

“Uma Constituinte Exclusiva, finalmente, nos dará eleições baratas e sem efeitos especiais”, afirma Rocha Loures. Ele entende que o sistema eleitoral de hoje é corruptor, porque torna o horário gratuito da televisão o mais caro do mundo. “A reforma política, pela via da Constituição, fortalecerá a vida parlamentar e evitará que, de degrau em degrau, desçamos até o nível da absoluta inviabilidade funcional”, diz.



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