Sesi no Programa Pró-Equidade de Gênero

A finalidade é concorrer ao Selo Pró-Equidade de Gênero 2009, uma distinção às organizações que contribuem para ampliar a sustentabilidade do desenvolvimento econômico, social e humano do País

clique para ampliar A participação foi formalizada durante reunião entre representantes do Sesi e do Sistema Fiep com Eunice Léa Moraes, da Secretaria Especial de Política para Mulheres, do Governo Federal (Foto: Gilson Abreu)

Com o objetivo de promover oportunidades iguais e respeito às diferenças no mundo organizacional, o Sesi Paraná está participando do programa Pró-Equidade de Gênero, desenvolvido pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, do Governo Federal. A finalidade é concorrer à 3ª edição do Selo Pró-Equidade de Gênero 2009 – uma distinção às organizações que contribuem para ampliar a sustentabilidade do desenvolvimento econômico, social e humano do País.

Na sexta-feira (17), o Sesi recebeu a coordenadora do Programa, Eunice Léa de Moraes, que é também gerente de projetos especiais da Secretaria e formalizou a participação, com a entrega da Ficha-Perfil da entidade. Após o cumprimento de todas as fases, que inclui ainda a elaboração de um plano de ação a partir dos dados levantados na Ficha-Perfil, a organização será avaliada pelo Comitê Pró-Equidade de Gênero quanto aos cumprimentos dos compromissos assumidos.

Participaram do encontro as gerentes de Gestão Social, Sônia Beraldi de Magalhães, e de Projetos de Articulação Estratégica do Sesi, Maria Cristhina Rocha; a chefe de gabinete do Sistema Fiep, Teresa Resende; a coordenadora do Centro de Memória do Sistema, Maria Helena de Mari; a representante da Coordenação de Gestão Social Interna do Sistema Fiep, Olívia do Rocio Oliveira, além da consultora em Gestão Social, Renata Thereza Fagundes Cunha, e da analista da Gerência de Educação do Sesi, Thaise Nardelli. Representantes da Itaipu, Copel e do O Boticário participaram do encontro para conhecerem o programa.

Segundo Eunice Léa, o selo será concedido desde que a organização tenha realizado no mínimo 70% das atividades proposta no plano. “O que se espera é a adoção de práticas de equidade de gênero de forma sistemática, como um instrumento de gestão das empresas”, disse ela. O programa tem o apoio do Fundo das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Mulher (UNIFEM) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

 

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