Instituto Senai de Inovação em Eletroquímica recebe credenciamento da Embrapii

A cooperação garante incentivo e recurso financeiro de forma direta e rápida para projetos de inovação industrial

O Instituto Senai de Inovação (ISI) em Eletroquímica, no Paraná, assinou no último mês, o contrato de credenciamento com a Empresa Brasileira de Pesquisa de Inovação Industrial (Embrapii). A cooperação faz parte de um programa que visa propor projetos de inovação para pequenas, médias e grandes empresas, por meio dos institutos tecnológicos credenciados. Com o credenciamento, a unidade do ISI em Eletroquímica terá um aporte por parte da Embrapii de R$ 10 milhões para projetos até esse valor. O objetivo é executar projetos de desenvolvimento de pesquisa tecnológica para inovação, em cooperação com empresas do setor industrial.

No Brasil, 11 dos 21 Institutos Senai de Inovação operam nesse momento recursos da Embrapii. De acordo com o gerente executivo de Inovação do Sistema Fiep e diretor do ISI em Eletroquímica, Luiz Carlos Ferracin, o credenciamento do ISI representa a chance de obter recursos para aplicar de forma direta, rápida e descomplicada em novos projetos. “A aprovação e contratação é direta entre a empresa e a Unidade Embrapii. Com um fluxo contínuo, a qualquer momento a empresa pode propor projetos sem esperar um edital”, explica.

Futuro e perspectivas

Após o credenciamento em novembro, o ISI em Eletroquímica já iniciou negociações para novos projetos. A perspectiva do Instituto é iniciar um grande projeto no modelo de consórcio, envolvendo 12 empresas, para o desenvolvimento de bateria automotiva de chumbo-ácido de alto desempenho, usando nanotecnologia. Ferracin ressalta que o desenvolvimento de projetos inovadores, somado ao credenciamento Embrapii, representa um novo patamar de inovação no Senai Paraná. “De forma mais agressiva e pungente, vamos oferecer apoio financeiro e agilidade em projetos de inovação, contribuindo para o sucesso das indústrias do Brasil e mudando o comportamento empresarial de se arriscar mais na inovação”, finaliza.