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Em Curitiba, MDIC apresenta ferramenta que identifica problemas em processos de exportação

O tema foi abordado durante o Roadshow ‘Capacitação sobre Barreiras Comerciais e aos investimentos’ realizado pelo Sistema Fiep, no Campus da Indústria

Com palestras sobre comércio exterior e demonstração de ferramentas para facilitar a exportação, o Sistema Fiep realizou a primeira edição do Roadshow ‘Capacitação sobre Barreiras Comerciais e aos investimentos’, no Campus da Indústria. Entre os assuntos discutidos esteve o Sistema Eletrônico de Monitoramento de Barreiras (SEM Barreiras), apresentado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que tem o intuito de auxiliar empresários a reportar problemas durante o processo de exportação, facilitando a entrada de produtos brasileiros em mercados internacionais.

O tema foi apresentado pelo analista de comércio exterior, Pedro Amaral. “De forma transparente, vamos organizar as análises dessas medidas e verificar seu impacto nas exportações. A ideia é trabalhar em conjunto, pois sem a parceria entre governo e setor privado é impossível dar um tratamento adequado à situação. Quanto mais integrado o sistema, mais efetivo será o resultado e o acesso a terceiros mercados”, finaliza.

O Roadshow é uma realização do Sistema Fiep, por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), que faz parte da rede CIN, e contou com a organização Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para o Gerente de Assuntos Internacionais do Sistema Fiep, Reinaldo Tockus, o evento trouxe, de forma clara, conteúdo sobre as dificuldades que produtos brasileiros enfrentam em alguns países. “Conhecendo as barreiras e sabendo como proceder em relação às dificuldades, o resultado torna-se muito mais assertivo. Após o workshop, o empresário vai ter uma melhor clareza sobre o assunto, resultando em uma maior competitividade para o seu produto”, comenta.

Em sua palestra, a gerente do departamento de política comercial da CNI, Constanza Negri, trouxe conceitos e exemplos práticos em relação a subsídios, propriedade intelectual, compras governamentais, regras de origem, controle de preços e barreiras de investimentos. “O Brasil, sendo parte da Organização Mundial do Comércio (OMC), possui muitas ferramentas que podem e devem ser utilizadas, mas antes de tudo é preciso entender e dividir as barreiras comerciais em bens, serviços ou investimentos, para resultar em ações efetivas”, comenta.