Startups incubadas no Sistema Fiep e alunos do Sesi e Senai no Paraná participam da Olimpíada do Conhecimento

Evento acontece de 5 a 8 de julho no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília. Com entrada gratuita, expectativa é receber 40 mil visitantes

Você já imaginou acabar com a cegueira evitável no mundo, realizando um teste de até cinco minutos que detecta diversos problemas de visão? Ou utilizar um exoesqueleto para reduzir o número de acidentes de trabalho nas empresas, além de proporcionar conforto aos trabalhadores? Essas e outras tecnologias da Indústria 4.0 estão mais perto do que se imagina e serão apresentadas na Olimpíada do Conhecimento (OC2018), que ocorre de 5 a 8 de julho no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília.

O evento, realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Serviço Social da Indústria (Sesi), tem dois ambientes: a Cidade Inteligente, que demonstrará tecnologias que promovem o uso eficiente de recursos, a redução dos impactos ambientais e a melhoria da qualidade de vida das pessoas; e a Escola do Futuro, que tem o objetivo de desenvolver nos alunos competências e habilidades para lidar com a Indústria 4.0. A OC2018 deve atrair cerca de 40 mil pessoas entre representantes de empresas, do governo e estudantes. A entrada é gratuita.

Três startups incubadas na Aceleradora Sistema Fiep participam da Olimpíada do Conhecimento expondo seus produtos no espaço Mostra Inova. “Para a Aceleradora Sistema Fiep, é uma honra poder participar diretamente da Olimpíada do Conhecimento 2018, por meio de três startups de destaque, que possuem propostas que melhorem a vida das pessoas, por meio de uma indústria forte e sustentável”, destaca Filipe Cassapo, gerente de Inovação e Talentos do Sistema Fiep.

Criado por Juliano Santos, em parceria com Guilherme Lori Furlan e Gisele Caroline Scalfi, o “Adam Robo” é capaz de realizar, em até cinco minutos, um teste que detecta diversos problemas de visão. “Estamos felizes em participar na OC2018, pois teremos a oportunidade de compartilhar nossa inovação, prospectar e criar negócios, além de engajar o máximo de pessoas possível que abracem e compartilhem nossa causa”, relata Guilherme.

Com o objetivo de reduzir o número de acidentes de trabalho e promover conforto e segurança para os colabores das indústrias, a startup Exy9Br, criada por Alfredo Marczynski, Marcos Loest e Rafael de Tarso, desenvolveu exoesqueletos e exovestíveis. “O ExyOne é um exovestível para membros superiores que reduz em oito quilos o esforço dos braços e ombros. Dessa forma é possível diminuir a fadiga muscular, oferecer comodidade aos trabalhadores e aumentar a produção da indústria”, explica Alfredo.

A startup True Work também participa da OC2018. A empresa tem soluções de rastreamento com diversas aplicações, em especial nas áreas de segurança e saúde do trabalhador. Para Adriano Favaro, fundador da startup, o apoio do Sistema Fiep é fundamental. “O auxílio da Incubadora foi essencial para captarmos essa oportunidade. Eles têm nos dado todo o suporte para fazermos ótimos negócios”, diz Adriano.

A importância de métodos e tecnologias inovadoras na educação serão outro grande tema da OC2018. No Grand Prix de Inovação, quatro empresas proporão desafios a oito equipes com seis estudantes de 13 estados. Eles terão de desenvolver, em 44 horas, soluções por meio de método que utiliza inovação aberta e criatividade, empreendedorismo e redes colaborativas. Os alunos dos melhores projetos serão contemplados com uma viagem a um ecossistema de inovação. “Inovação, empreendedorismo, criatividade e colaboração são habilidades cada vez mais requisitadas pelo mercado de trabalho por conta das mudanças tecnológicas, da relação com o consumidor e da necessidade pela sustentabilidade, por exemplo”, afirma Giovana Punhagui, gerente executiva de educação do Sistema Fiep. “Por isso, é fato que o contexto educacional precisa proporcionar experiências nas quais os alunos vivenciem e desenvolvam tais habilidades. Ações como o GP de Inovação são um diferencial na formação dos alunos”, completa.

As alunas do Senai de Ponta Grossa, Fernanda da Silva, estudante de Técnico em Logística, e Samilly Hellmann de Souza, do curso Técnico em Qualidade estão ansiosas para participar da competição. “É uma oportunidade de aprimorar nosso conhecimento, de conhecer pessoas novas e participar de algo desafiador. Estamos muito felizes”, diz Fernanda. Além delas, Beatriz Benato Avanço, aluna do curso Técnico em Automação do Senai de Campo Mourão, participará do Grand Prix Senai de Inovação.

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