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Educar para o presente e para o futuro

Tendo a inovação como um dos seus pilares de atuação, o Sistema Fiep, desde a educação infantil até o ensino superior, incita seus alunos para que sejam empreendedores

O Relatório de Empreendedorismo e Mercado de Trabalho de 2017* indica que apesar de 36% da população adulta brasileira estar envolvida com alguma atividade empreendedora, o país está longe da qualidade necessária em termos de tecnologia, valor de investimento e novidade do produto. Como consequência, o mesmo estudo aponta que a capacidade média de inovação do brasileiro é baixa. Ao mesmo tempo, o GEI (Índice Global de Empreendedorismo), que mede a qualidade do empreendedorismo no mundo e a profundidade de suporte de seu “ecossistema”, coloca o Brasil no 98º lugar entre 137 países.

Entre os fatores que posicionam Estados Unidos, Suíça e Canadá nos primeiros lugares está o fato de o empreendedorismo estar, desde cedo, integrado ao cotidiano escolar. Os alunos são incentivados a experimentar, errar e aprender, a colocar seus projetos em prática. Isso só mostra que a inovação e o empreendedorismo podem ser desenvolvidos. E quanto antes, melhor.

Estímulo ao empreendedorismo
Tendo a inovação como um dos seus pilares de atuação, o Sistema Fiep, desde a educação infantil até o ensino superior, incita seus alunos para que sejam empreendedores. Estudantes mais proativos e conscientes de suas responsabilidades, que sabem trabalhar em equipe e pesquisar, são algumas das vantagens da metodologia do Colégio Sesi. Inovadora, apresenta os conteúdos de forma interdisciplinar e os professores atuam como mediadores do conhecimento. O fato de as turmas serem interseriadas a partir do Ensino Médio é outra característica importante, que estimula a integração e a troca de conhecimento entre os alunos.

Nos cursos técnicos do Senai, além de aprenderem a ser exímios especialistas em suas áreas de atuação, os estudantes são instigados a solucionar problemas, manusear e analisar dados, e programar. Os resultados da WorldSkills, maior competição de profissões técnicas do mundo, são prova disso. No campeonato que desafia o jovem a resolver situações-problema relacionadas à sua ocupação, enfrentando a pressão de realizar provas, competir com adversários locais e globais e ser observado pelo mercado que está à procura de profissionais de ponta, o Senai fica entre os primeiros lugares. Em 2015, foi o primeiro colocado e, em 2017, o segundo. E, em 2018 acontecem as seletivas para a competição do ano que vem. No dia 29 de julho, Londrina receberá uma dessas seletivas.

Já nas Faculdades da Indústria, que está com as matrículas abertas, a construção do conhecimento crítico é um dos pontos de partida. O ensino híbrido traz práticas online e offline com o objetivo de personalizar a aprendizagem, colocando o aluno como o centro do processo. Complementando ainda o portfólio, o IEL no Paraná desenvolve programas de Educação Executiva que possibilitam a capacitação de novas ferramentas de gestão e o desenvolvimento de competências para inovação, aumentando a competitividade nas empresas e indústrias.

Futuro promissor
Em todas as etapas do ensino, o Sistema Fiep cria oportunidades para que as melhores ideias, nascidas e desenvolvidas em sala de aula, possam entrar em um processo de mentoria para que, quando esses alunos estiverem mais maduros, possam ter seu CNPJ e, ainda com acompanhamento, ter seus projetos acelerados nas incubadoras da instituição e se tornarem empresários de sucesso.

Além de proporcionar vivência de situações reais e ambiente de experimentação, o Sistema Fiep, por meio da Educação, promove também o desenvolvimento de outras habilidades técnicas e socioemocionais relevantes, pois entende que ter estudantes exercitando a inovação e praticando o empreendedorismo é investir em um futuro promissor. Criar essa cultura pode realmente causar uma mudança significativa no direcionamento de uma sociedade.

Saiba mais em sistemafiep.org.br/educacao.

* Produzido pelo Sebrae

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