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Palestra de Amyr Klink encerra o 9º Congresso Nacional Moveleiro

Durante os três dias de evento mais de 1.500 pessoas participaram da programação que trouxe e mais de 2 milhões em negócios

Navegador e palestrante, Amyr Klink participa do encerramento do Congresso. Crédito: Divulgação.

Mais de 30 horas de painéis, workshops, oficinas e encontros de negócios, 37 palestrantes e mais de 1.500 pessoas passaram pelo evento que trouxe na programação informações sobre as tendências do design, inovação, e-commerce, vendas e dados de mercado, transformação digital e a promoção de encontros de negócios.  O navegador e economista Amyr Klink foi palestrante nesta sexta-feira (17) com o tema “Estratégia e Planejamento – do real ao digital para acertar”.

 

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Klink criticou a dificuldade para se empreender no Brasil. “O processo de preparação que está por trás de uma longa viagem na navegação tem muito a ver com a condução de uma empresa. Organização, capacidade empreendedora, treinamento de pessoal e dificuldades”, explicou.

Para ele, empresário no Brasil tem muitos desafios para atuar no país e no setor moveleiro não é diferente. “Desde questões tributárias a políticas burocráticas equivocadas, falta de regras claras, transparência, processos de licenciamento ambiental duvidosos, enfim, uma infinidade de erros que dificultam a vida do empresário”, concluiu.

Logo depois, foi a vez da plateia – formada por empresários industriais, gestores de empresas, profissionais da área comercial e de vendas, marketing e TI –  aprender com a aula de empreendedorismo do empresário, consultor de negócios e escritor Allan Costa, que falou sobre “Transformação Digital e Novos Modelos de Negócios“. Em sua palestra, ele – que ficou conhecido no Brasil após abrir mão de um emprego de R$ 900 mil para empreender e hoje é investidor anjo de 14 startups e palestrante, falou sobre comportamento.

Allan afirma que não adianta olhar apenas sobre o processo de evolução da tecnologia se não houver transformação mental. “O mundo mudou. Mas a essência do mundo continua a mesma. O cliente, o produto bom e a empresa continuam existindo. O que mudou foi a velocidade, com a ajuda da tecnologia, mas o jogo é o mesmo. Quem faz a diferença é o empreendedor”, afirmou.

Para finalizar, criticou as empresas que não enxergam a realidade da inovação e pensam que este conceito só se aplica ao produto, quando deveriam se atentar à experiência aplicada ao produto. “A transformação digital depende da tecnologia, mas ainda mais da capacidade humana de fazer uso dela para criar oportunidades. Isso sim traz resultados”, concluiu.

Negócios

Com uma vertente prática, durante o evento aconteceram as rodadas de negócios nacionais e internacionais. Nas nacionais, foram mais de R$ 2 milhões em negócios gerados em 280 encontros entre compradores e vendedores do setor moveleiro, segundo informações do Sebrae/PR. Já nas internacionais, foram mais de 450 rodadas entre compradores de 14 países e empresários paranaenses no primeiro dia.

Oficinas

Também na tarde desta sexta-feira (17), houve a etapa final do projeto Entre Pregos e Cavacos, em que alunos do Colégio Sesi do Paraná, em parceria com o Senai, criaram móveis inovadores seguindo o tema do Congresso – “Virtual + Real Convergir para Competir”. A equipe vencedora, entre as 10 finalistas, foi o Colégio Sesi de Arapongas, que desenvolveu um móvel versátil feito com madeira ecológica que pode ser armário com mesa giratória e tela interativa e também se transforma em uma lousa. Com o projeto, eles ganharam uma viagem para o 7º Salão de Gramado, importante evento do calendário moveleiro nacional.

 

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