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Paranaenses fecham negócios de US$ 1,8 mi na Venezuela

Empresários paranaenses que estão na Venezuela fecham negócios na área médica e no setor de agronegócios

Duas empresas paranaenses, dos setores médico e do agronegócio, devem voltar da missão à Venezuela com contratos de exportação fechados. A informação foi transmitida pelo vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Ardisson Akel, que acompanha a missão comercial do Paraná. “Os nomes ainda não serão divulgados, mas o processo está adiantado e deve haver acordo antes da volta”, aposta Akel.

Segundo Akel, que também é coordenador do Conselho Temático do Comércio Exterior da Fiep, a proposta para a empresa do setor médico é de US$ 800 mil. Já a empresa do setor de agronegócio discute uma exportação inicial de US$ 1 milhão. “Até o momento os resultados obtidos pelas 50 empresas que participam da missão estão se mostrando além da expectativa”, diz Akel.

Segundo o consultor do Centro Internacional de Negócios da Fiep, Vinicius Gasparetto, todos os integrantes da missão comercial paranaense estão participando de encontros de negócios com representantes de empresas venezuelanas de Caracas e também de províncias como a Anzoategui, Lara e Mérida.

É o caso do empresário Roberto Percoit, diretor da empresa Gralha Azul. Ele tem uma agenda de conversações confirmada com industriais venezuelanos até poucas horas antes do retorno ao Brasil. O empresário Giovanni de Andrade, da Inova Ambiental, está em fase adiantada de negociação com o município de Libertador, região Metropolitana de Caracas, para parceria em projetos de coleta, transporte e destinação final de resíduos sólidos urbanos.

O presidente da Potencial Petróleo, Haroldo Hammerschmidt, tem reunião marcada com produtores de petróleo venezuelano. E Edison de Mello Santos, presidente da Lupimex do Brasil, deverá fechar acordo com a província de Mérida na área de construção civil, voltada a construção de casas populares.

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