Formação de preço é essencial na hora da exportação

Curso promovido pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Fiep levou a empresários conceitos sobre internacionalização de empresas e busca por novos mercados

clique para ampliar Empresários e analistas de empresas que já exportam e de interessadas em uma inserção internacional participaram do curso (Foto: Rogério Theodorovy)

Como formar preços para exportação e verificar se seu produto terá competitividade no exterior? O que é preciso para que o preço praticado não seja nem elevado nem abaixo ao praticado no mercado? Essas foram algumas das questões abordadas no curso “Formação do Preço de Exportação e Análise da Competitividade em Mercados Externos”, promovido pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) nesta segunda-feira (29), em Curitiba.

“A formação do preço é um dos ítens essenciais às empresas que pretendem exportar. A maneira como as empresas definem o preço de seus produtos pode indicar competitividade ou não no exterior. Um preço muito alto pode dificultar a  inserção em novos mercados, enquanto que a prática de um preço muito baixo pode resultar em prejuízo”, avaliou Guilherme Bergmann Borges Vieira, professor de comércio exterior.

O curso, apoiado pela Editora Aduaneiras e financiado pela Al-Invest (programa da Comissão Europeia para apoio à internacionalização de pequenas e médias empresas latino-americanas), faz parte do Programa de Capacitação Empresarial e Fomento da Cultura Exportadora da Rede CIN, vinculada à Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A capacitação reuniu empresários e analistas de empresas que já exportam e de interessadas em uma inserção internacional . “É necessário que essas capacitações aconteçam com mais frequência. Essa abordagem prática, focada na análise da competitividade, é fundamental para as empresas interessadas em exportar”, disse Raphaela Baréa, analista de exportação da Romagnole, empresa de Mandaguari, no Noroeste do Paraná.

Para o diretor comercial da Esystech, indústria de tecnologia de Curitiba, André Braga, o conteúdo do curso foi importante para atualizar os conceitos. “Nossa empresa realiza muitas consultas para exportação, mas nosso maior foco ainda não é o mercado externo. Estamos aos poucos buscando uma inserção, e esse tipo de conhecimento, como a formação do preço, será de extrema importância quando iniciarmos as vendas ao exterior”, afirmou.

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